Carta dirigida à Comissária Europeia dos Transportes - resposta

Carta dirigida à Comissária Europeia dos Transportes - resposta

No passado 13 de Agosto, reconhecendo a pertinência do assunto, a ADFERSIT publicou como “Artigo de Opinião” uma carta dirigida por um grupo de Empresários, Professores Universitários e Técnicos, à Comissária Europeia dos Transportes Adina Valean, sob o título “Risco de isolamento da economia portuguesa - pedido de informação sobre a componente ferroviária das TEN-T em Portugal”.

Carta dirigida à Comissária Europeia dos Transportes

Carta dirigida à Comissária Europeia dos Transportes

A ADFERSIT congratula se com a iniciativa e considera de grande pertinência a carta dirigida, por um grupo de Empresários, Professores Universitários e Técnicos, à Comissária Europeia dos Transportes Adina Valean, acerca do “Risco de isolamento da economia portuguesa - pedido de informação sobre a componente ferroviária das TEN-T em Portugal”, pelo que se associa à sua divulgação, publicando-a no seu SITE como Artigo de Opinião.

A PERTINÊNCIA DO PLANO FERROVIÁRIO NACIONAL

A PERTINÊNCIA DO PLANO FERROVIÁRIO NACIONAL

O Conselho Superior de Obras Publicas acaba de produzir o Parecer, requerido por despacho ministerial, sobre os programas de projectos de investimento contidos na proposta global do Plano Nacional de Investimentos – PNI2030 previamente apresentado publicamente na Assembleia da República e que envolve quatro áreas temáticas: (i) Transportes e Mobilidade, (ii) Ambiente; (iii) Energia e (iv) Regadio.

MOBILIDADE SUSTENTÁVEL E SAÚDE

MOBILIDADE SUSTENTÁVEL E SAÚDE

No projecto “Sustainable Mobility for All” desenvolvido em 2017 no âmbito e na sequência da aprovação pelas Nações Unidas, em Setembro de 2015, dos Objectivos do Desenvolvimento Sustentável, foram definidos os quatro eixos fundamentais para uma Mobilidade Sustentável: Acesso Universal, Eficiência, Segurança e Ambiente.
Estes quatro grandes eixos apontam, no essencial, para o objectivo central dos transportes (os vários modos de transporte – aéreo, marítimo, ferroviário e rodoviário) garantirem uma mobilidade acessível a todas as pessoas (...)

O Pós COVID-19 no Transporte Público de Passageiros – uma visão muito na primeira pessoa

O Pós COVID-19 no Transporte Público de Passageiros – uma visão muito na primeira pessoa

Vivemos um dos momentos em que a sabedoria popular e o bom senso, os decisores políticos e a competência técnica, vão ter de andar de mãos dadas para descobrir as soluções que melhor se adaptam aos desafios que vão surgindo. Reagindo à solicitação de dar a minha perspetiva sobre o impacto do COVID-19 nos sistemas de transporte público de passageiros, em vez de um texto técnico, com números e análises sobre eles identificando tendências e suas possíveis consequências, optei por arrumar um conjunto de reflexões comuns, mas que nesta circunstância me parecem mais apropriadas e sinceras. Este é um artigo totalmente na primeira pessoa.

A MOBILIDADE URBANA NO DIA DEPOIS

A MOBILIDADE URBANA NO DIA DEPOIS

A pandemia que agora assola o mundo tem originado um sem número de reflexões sobre como será o dia depois. Desde propostas que pugnam por alterações drásticas nos modos de vida (ainda impensáveis há apenas escassos meses), até elucubrações fantasiosas sobre um novo mundo, em que os contactos pessoais seriam limitados, com restrições que só têm paralelo com o que vivemos em período de confinação.

As tendências da mobilidade - Uma reflexão

As tendências da mobilidade - Uma reflexão

Vamos consultando as notícias sobre o estado da mobilidade no mundo e as novidades vão surgindo, com muitas cidades a avançarem com restrições à circulação de automóveis a combustão e com calendários para o seu banimento. Em paralelo assistimos à afirmação dos modos de transporte mais limpos, partilhados e suaves. Parece, pois, ser inegável que um novo paradigma da mobilidade se está a instalar. Pode não ser já para amanhã, mas a tendência é descortinável.

As potencialidades do Porto de Sines

As potencialidades do Porto de Sines

Apto a receber quaisquer navios e cargas, sem restrições, o porto de águas profundas de Sines oferece uma localização geográfica privilegiada, no cruzamento das principais rotas comerciais, que lhe permitem afirmar-se como o grande hub da fachada Euro-Atlântica, oferecendo ligações regulares aos principais centros de consumo internacionais e proporcionando às empresas localizadas no seu Hinterland uma maior competitividade nos mercados externos.

Lançamento do Concurso Internacional para Aquisição do Serviço Público de Transporte Rodoviário de Passageiros na Área Metropolitana de Lisboa

Lançamento do Concurso Internacional para Aquisição do Serviço Público de Transporte Rodoviário de Passageiros na Área Metropolitana de Lisboa

Sendo a MOBILIDADE SUSTENTÁVEL PARA TODOS um dos desafios cruciais para o Desenvolvimento Económico e Social para Portugal, entende a Direção da ADFERSIT dar particular destaque à cerimónia de lançamento do Concurso Internacional para a aquisição do Serviço Público de Transporte Rodoviário de Passageiros na Área Metropolitana de Lisboa.
Por isso é colocado como Artigo de Opinião o importante discurso proferido por Carlos Humberto de Carvalho, primeiro-secretário da Área Metropolitana de Lisboa, na sessão de lançamento do “Concurso Internacional para Aquisição do Serviço Público de Transporte Rodoviário de Passageiros na Área Metropolitana de Lisboa” realizada no Centro Cultural de Belém em 18 de Fevereiro de 2020.


QUE SE PASSA COM OS CONCURSOS NA FERROVIA?

QUE SE PASSA COM OS CONCURSOS NA FERROVIA?

O Governo tem vindo a afirmar como aposta para o atual mandato um incremento de investimento na ferrovia e no transporte publico, que sempre foram os parentes pobres, no passado, do investimento público.
Sucedem-se já concursos para aquisição de novo material circulante para a CP e para os Metros, a par de outros para melhoria da sinalização e reforço e modernização das linhas existentes e de novas linhas.
Acontece, porém, que as notícias vindas a público anunciam problemas sucessivos nos principais concursos para fornecimento de material circulante, quer na CP, quer no Metro de Lisboa, que irão atrasar de sobremaneira os projetos previstos.

UMA AVALIAÇÃO DOS INVESTIMENTOS DO PNI 2030 – FERROVIA

UMA AVALIAÇÃO DOS INVESTIMENTOS DO PNI 2030 – FERROVIA

A análise e avaliação dos programas dos investimentos ferroviários propostos no PNI 2030 foi realizada no âmbito do apoio de consultoria prestado ao Conselho Superior de Obras publicas (CSOP) e teve como principal objectivo clarificar e densificar a identificação e caracterização dos investimentos a realizar na rede ferroviária nacional (RFN) e aferir da sua consistência, robustez e impacto na economia, na mobilidade, no ambiente e na coesão territorial.

Metropolitano de Lisboa: e depois dos 60 anos?

Metropolitano de Lisboa: e depois dos 60 anos?

A abertura da Operação do Metropolitano em 1959 foi difícil. Difícil pelos interesses cruzados, quiçá opostos, pelo atraso nas decisões dos traçados iniciais, na definição necessariamente financeira, mas acima de tudo política.
Começou tarde, mais tarde 40 anos que os nossos vizinhos de Madrid, mais tarde 100 anos que Londres.
Mas nasceu e começou o seu labor, primeiro de projeto, depois de construção, depois ainda de continuação de projetos e sucessivas expansões.

AGARRAR O FUTURO - Assegurar a MOBILIDADE das pessoas e das mercadorias

AGARRAR O FUTURO - Assegurar a MOBILIDADE das pessoas e das mercadorias

A circunstância de neste momento, em que Angola celebra o 44º aniversário da Independência Nacional, ter sido convidado para escrever um Artigo de Opinião para a ADFERSIT – conhecida Associação Portuguesa dedicada ao estudo, debate e difusão das matérias de interesse para os Sistemas Integrados de Transportes – (...)

GRANDES INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURAS  - Para quando o fim do “Stop and Go”?

GRANDES INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURAS - Para quando o fim do “Stop and Go”?

Temos sido confrontados, desde há décadas, com a dificuldade de levar a cabo processos de decisão relativos a grandes investimentos em infraestruturas, em todos os domínios – transportes, ambiente, saúde, educação etc.
Processos de decisão como os relativos a Alqueva, CRIL, Aeroporto de Lisboa, Casal Ventoso, Rede Ferroviária, Novo Hospital de Lisboa ou Porto de Lisboa constituem exemplos paradigmáticos nesta matéria, a que se poderiam juntar muitos outros.


O Espaço Ferroviário Único Europeu

O Espaço Ferroviário Único Europeu

A liberalização do transporte ferroviário de passageiros é o culminar de um longo processo legislativo da União Europeia - composto por regulamentos e diretivas, todas transpostas para a ordem jurídica nacional - sobretudo assente na emissão dos diversos “Pacotes Ferroviários”, desde 2001. 

Que investimento ferroviário nos próximos anos?

Que investimento ferroviário nos próximos anos?

Vantagens competitivas, escala mínima, conceção e programação dos investimentos

São bem conhecidas de todos as grandes vantagens do transporte ferroviário: a elevada eficiência energética (por virtude do baixo atrito roda-carril), a capacidade de movimentação de cargas pesadas e de grandes fluxos de passageiros, e um nível muito mais elevado de segurança. É também sabido que a eletrificação deste transporte ainda ajuda ao pleno aproveitamento das suas virtualidades. 

FERROVIA: QUE FUTURO?

FERROVIA: QUE FUTURO?

Creio existir actualmente um largo consenso em relação à rede ferroviária nacional: está desajustada às necessidades do País, sendo incapaz de fazer face às exigências da procura existente e potencial.

Resumindo, é um travão ao desenvolvimento da economia portuguesa.
O porquê é conhecido e reconhecido por todos: há décadas que o País não investe na rede. Ressalvando alguns troços, a rede de hoje é quase a mesma e quase nas mesmas condições de há 60 anos.