Infraestruturas de Portugal garante que a eletrificação da Linha do Minho estará concluída até final de 2020

Infraestruturas de Portugal garante que a eletrificação da Linha do Minho estará concluída até final de 2020

A IP veio há dias esclarecer que não existe “qualquer anulação ou alteração” da empreitada de eletrificação da Linha do Minho e ainda que com a finalização da 2ª fase da intervenção na Linha do Minho, o “início da circulação ferroviária, em modo elétrico, será possível nos primeiros meses de 2021, ficando apenas dependente dos operadores ferroviários”.

Região norte quer ligar-se à alta velocidade espanhola e articular a ferrovia com os portos de Leixões e Viana do Castelo e Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular pretende clarificação dos atrasos na eletrificação da linha do Minho

Região norte quer ligar-se à alta velocidade espanhola e articular a ferrovia com os portos de Leixões e Viana do Castelo e Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular pretende clarificação dos atrasos na eletrificação da linha do Minho

O Conselho Regional do Norte formulou uma estratégia global da região para atrair os próximos fundos comunitários.
No topo dos objetivos está a modernização da linha do Douro e da linha Porto-Vigo para ligar o Norte à alta velocidade espanhola.
Por outro lado, a organização Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular solicitou à Infraestruturas de Portugal “informação oficial” acerca das notícias de atrasos nas obras de eletrificação da linha do Minho.

Atrasos no programa Ferrovia 2020

Atrasos no programa Ferrovia 2020

Esta semana soou o alarme com a publicação num jornal diário de uma notícia segundo a qual a Infraestruturas de Portugal terá atrasado ou adiado 18 obras de requalificação ferroviária incluídas no programa Ferrovia 2020 e que uma outra terá sido cancelada.

Entretanto, a Infraestruturas de Portugal veio esclarecer em comunicado que “todos os investimentos previstos executar no âmbito do Ferrovia 2020 estão em desenvolvimento e serão concretizados".

AGARRAR O FUTURO - Assegurar a MOBILIDADE das pessoas e das mercadorias

AGARRAR O FUTURO - Assegurar a MOBILIDADE das pessoas e das mercadorias

A circunstância de neste momento, em que Angola celebra o 44º aniversário da Independência Nacional, ter sido convidado para escrever um Artigo de Opinião para a ADFERSIT – conhecida Associação Portuguesa dedicada ao estudo, debate e difusão das matérias de interesse para os Sistemas Integrados de Transportes – permite-me, não só dar a conhecer, nomeadamente aqueles que aqui trabalharam nos tempos recentes, as linhas gerais do futuro desenvolvimento das Infraestruturas de Transportes como, igualmente, convidar as empresas portuguesas a participar no importante programa PROPRIV (destinado à privatização de empresas públicas angolanas), acompanhando-nos nestes tempos de mudança, onde o sector privado é chamado a assumir um relevante papel no desenvolvimento Económico e Social que os angolanos desejam e merecem.

Assinado o Auto de Consignação da construção do troço ferroviário Alandroal-Elvas

Assinado o Auto de Consignação da construção do troço ferroviário Alandroal-Elvas

O Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, e o Secretário de Estado das Infraestruturas, Jorge Delgado, participaram, no passado dia 4 de Novembro, na cerimónia de assinatura do Auto de Consignação da construção do novo troço ferroviário entre Alandroal e Elvas (ligação à Linha do Leste).

A nova Linha de Évora terá uma extensão total de cerca de 100 km, 80 dos quais de construção nova, sendo constituída pelos subtroços Évora Norte/Freixo (20,5 km), Freixo/Alandroal (20,5 km) e Alandroal/Elvas com ligação à Linha do Leste (38,4 km).


Angola dá o primeiro passo para criar rede ferroviária nacional

Angola dá o primeiro passo para criar rede ferroviária nacional

Os atuais Caminhos de Ferro de Luanda, Benguela e Moçâmedes vão ser geridos por uma única empresa ferroviária. Objetivo é criar uma rede, ligando as três linhas por um corredor vertical.
As concessões de serviços ferroviários de passageiros e mercadorias poderão ser uma oportunidade para Portugal, que tem um patamar tecnológico muito próximo da realidade angolana.

Descidas na eficiência de portos, ferrovia e transporte aéreo, levam Portugal a perder competitividade

Descidas na eficiência de portos, ferrovia e transporte aéreo, levam Portugal a perder competitividade

As conclusões estão patentes no mais recente documento ‘Relatório Global da Competitividade 2019’, do Fórum Económico Mundial (sigla WEF): Portugal perdeu – em termos homólogos – competitividade na liga das infra-estruturas, tudo por causa das descidas do grau de eficiência verificadas nos portos, na ferrovia e no transporte aéreo. Apenas a rodovia manteve um registo similar ao do ano passado.