Temas Técnicos
Sendo a ADFERSIT , uma Associação de natureza fundamentalmente técnica, está na sua génese a promoção do debate objectivo e esclarecedor, procurando assim contribuir para o desenvolvimento de um Sistema Integrado de Transporte em Portugal adequado às necessidades, competitividade e desenvolvimento do País
AS CONSEQUÊNCIAS DO APRISIONAMENTO DA GESTÃO DA CP PELOS PODERES POLÍTICOS veja mais
A ADFERSIT- Associação Portuguesa para o Desenvolvimento do Transporte Ferroviário e Sistemas Integrados de Transporte, com mais de 30 anos de actividade e conhecimento técnico e científico, entende oportuno e curial tornar pública a sua posição sobre a grave situação que o sector ferroviário atravessa, nomeadamente ao nível da sua principal empresa, a CP.
http://www.transportesemrevista.com/Default.aspx?tabid=210&language=pt-PT&id=58475
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Aeroporto do Montijo – Ligação Fluvial. Que opções? veja mais | versão pdf
Parecer técnico sobre a ligação fluvial ao Aeroporto do Montijo pelo Eng.º Mecânico, José Osvaldo Bagarrão
Metro Sul do Tejo veja mais | versão pdf
Neste artigo chama-se a atenção para as ineficiências do atual sistema de transportes públicos na zona de Almada, devida à descoordenação entre as carreiras do Metro e dos autocarros, que origina duplicações de serviços para os quais não há procura, em alguns percursos importantes. Para aumentar a eficiência dos serviços prestados aos cidadãos, em termos de tempos de percurso, e da sustentabilidade financeira das empresas que prestam esses serviços, sugere-se que os diferentes modos sejam organizados numa lógica de complementaridade e não de concorrência nos mesmos percursos. Para este efeito sugere-se que sejam reequacionados os licenciamentos das carreiras rodoviárias, que em grande parte deveriam funcionar como alimentadores do metro. São também importantes interfaces práticos e confortáveis, bem como coordenação de horários e bilhética integrada.
Terminais Portuários e Infraestruturas Logísticas veja mais | versão pdf
Análise da oportunidade para construção de um novo terminal de águas profundas
OS 25 ANOS DA HISTÓRIA DA ADFER/ADFERSIT veja mais | versão pdf
No início de 1988 um grupo de Quadros decidiu fundar a Associação Portuguesa para o Desenvolvimento do Transporte Ferroviário, também designada por ADFER.
A Importância das Infraestruturas Ferroviárias na Intermodalidade Marítimo-Ferroviária do Transporte de Mercadorias veja mais
Declaração Portugal, Espanha, França, UE sobre o Corredor Ferroviário Atlântico de Mercadorias veja mais
Governos de Portugal, Espanha e França assumem compromisso para corredor ferroviário de mercadorias, sob patrocínio da comissão europeia
8º Congresso Rodoviário Português veja mais | versão pdf
Intermodalidade de Transporte Rodoviário vs Ferroviário na Ligação ao Porto de Setúbal
Ferrovia: Alavanca de Competitividade veja mais | versão pdf
Artigo do Presidente da ADFERSIT, Prof. Mário Lopes, do Expresso
Flexibilização do sistema ferroviário europeu, modelos integrados versos separados veja mais | versão pdf
O sucesso das empresas e do seu desempenho está invariavelmente associado a uma correcta abordagem dos modelos organizativos. Estes devem ser permanentemente testados e avaliados de forma a procurar novos horizontes, novos negócios e serem cada vez mais sustentáveis.
O sector ferroviário português atravessa, tal como o país, uma grave crise financeira e organizativa. Assistimos à sucessiva perda de passageiros e carga ao longo dos anos e nas razões deste declínio não estarão seguramente apenas as associadas à recente crise do euro ou ambiente económico desfavorável. A resposta a esta perda de negócio tem tido como consequência o encerramento de linhas, de ligações e dos serviços ao passageiro. Trata-se de um processo de reacção em cadeia que irá desvirtuar as vantagens deste modo de transporte (Segurança, capacidade de transporte, rapidez e sustentabilidade ambiental).
A inversão deste processo terá, preferencialmente, de passar por uma correcta avaliação dos modelos organizativos das empresas do sector, quer elas sejam públicas, privadas ou mistas, bem como pela definição adequada do custo de utilização da infra-estrutura, equiparando, por exemplo, as regras de acesso a todos os modos de transporte.
O tema é amplo e seguramente dará origem a diversas reflexões. A deste artigo é apenas relativa à questão dos modelos organizativos.
Nuno Marques
O sector ferroviário português atravessa, tal como o país, uma grave crise financeira e organizativa. Assistimos à sucessiva perda de passageiros e carga ao longo dos anos e nas razões deste declínio não estarão seguramente apenas as associadas à recente crise do euro ou ambiente económico desfavorável. A resposta a esta perda de negócio tem tido como consequência o encerramento de linhas, de ligações e dos serviços ao passageiro. Trata-se de um processo de reacção em cadeia que irá desvirtuar as vantagens deste modo de transporte (Segurança, capacidade de transporte, rapidez e sustentabilidade ambiental).
A inversão deste processo terá, preferencialmente, de passar por uma correcta avaliação dos modelos organizativos das empresas do sector, quer elas sejam públicas, privadas ou mistas, bem como pela definição adequada do custo de utilização da infra-estrutura, equiparando, por exemplo, as regras de acesso a todos os modos de transporte.
O tema é amplo e seguramente dará origem a diversas reflexões. A deste artigo é apenas relativa à questão dos modelos organizativos.
Nuno Marques
Transportes: Deficiências dos Processos de Decisão sobre Projectos Estratégicos veja mais | versão pdf
Mário Lopes, Presidente da ADFERSIT, in Transportes & Negócios