Pedro Nuno Santos: “Chegou a hora de a rodovia ajudar a financiar a ferrovia”

Pedro Nuno Santos: “Chegou a hora de a rodovia ajudar a financiar a ferrovia”

O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, diz que está na hora de a rodovia financiar os investimentos na ferrovia, mas para isso tem de manter os dois modos de transporte juntos na Infraestruturas de Portugal (IP) para poder ter uma gestão mais direta sobre as receitas que as concessões rodoviárias em breve vão proporcionar.

«Maior aquisição de comboios de toda a história da CP» com compra de 117 automotoras elétricas

«Maior aquisição de comboios de toda a história da CP» com compra de 117 automotoras elétricas

O Conselho de Ministros aprovou o lançamento de um concurso para aquisição de 117 automotoras elétricas. «Um dia histórico para a ferrovia em Portugal», com «a maior aquisição de comboios de toda a história da CP», disse o Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, na conferência de imprensa do Conselho de Ministros. 

Discurso do Ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, no encerramento do Portugal Railway Summit 2021

Discurso do Ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, no encerramento do Portugal Railway Summit 2021

«Há pouco mais de um ano, quando falei na edição anterior da Portugal Railway Summit, passei boa parte do meu discurso a descrever as dificuldades que a ferrovia enfrentava em Portugal... Os problemas não estão todos resolvidos, mas hoje posso vir aqui dizer-vos que temos as obras em todos os principais corredores ferroviários do país já no terreno ou em concurso e que conseguimos recuperar material circulante suficiente para reduzir as supressões ao mínimo, sobrando apenas aqueles casos imprevistos que é impossível evitar.»

Os Atritos da Roda – Carril ou a Conflitualidade IP - CP

Os Atritos da Roda – Carril ou a Conflitualidade IP - CP

:: COMUNICADO DA DIREÇÃO ::

Vieram recentemente a público notícias de vários casos de situações de conflito entre a IP-Infraestruturas de Portugal e o operador incumbente CP-Comboios de Portugal que se arrastam em processos de contencioso judicial há vários anos, pelo menos desde 2011, com encargos para ambas as partes que ascendem já a centenas de milhares de euros com as custas e despesas de assessoria jurídica e invocando ambas o direito de indemnizações por prejuízos ou lucros cessantes de valor equiparado.