O Espaço Ferroviário Único Europeu

O Espaço Ferroviário Único Europeu

A liberalização do transporte ferroviário de passageiros é o culminar de um longo processo legislativo da União Europeia - composto por regulamentos e diretivas, todas transpostas para a ordem jurídica nacional - sobretudo assente na emissão dos diversos “Pacotes Ferroviários”, desde 2001. 

COFINANCIAMENTO DA UNIÃO EUROPEIA NO TRANSPORTE FERROVIÁRIO

COFINANCIAMENTO DA UNIÃO EUROPEIA NO TRANSPORTE FERROVIÁRIO

-NOTA-
Um Relatório do Tribunal de Contas Europeu, datado de 13 de Junho de 2018, tinha o “preocupante”  título “Rede ferroviária de alta velocidade na Europa: longe de ser realidade, não passa de uma  manta de retalhos ineficaz” (ver link na notícia). Aliás, também em 26 de Junho de 2018, o Caderno de  Economia do EXPRESSO publicava uma notícia sob o título “Tribunal de Contas Europeu diz que falta  de investimento espanhol prejudica ligação ferroviária Évora-Mérida” (ver link na notícia) que se referia a esse mesmo relatório. 
A referida notícia e ainda menos o relatório, não mereceram, na altura, a atenção que a sua  importância justificava. Entende, portanto, a ADFERSIT voltar ao tema.

PART – Programa de Apoio à Redução Tarifaria - Uma dinâmica irreversível

PART – Programa de Apoio à Redução Tarifaria - Uma dinâmica irreversível

COMUNICADO
No âmbito das suas atividades, a ADFERSIT tem vindo a acompanhar com particular atenção  a aplicação do PART - Programa de Apoio à Redução Tarifária, iniciada no passado mês de Abril, tendo publicado em Junho um comunicado com o título “O PREÇO ERA UMA BARREIRA À UTILIZAÇÃO DOS TRANSPORTES PÚBLICOS”. 
Nesse sentido, a Direção da ADERSIT sugeriu ao Conselho Estratégico a oportunidade em se proceder a um balanço sobre os impactos do respetivo Programa.

Moçambique terá um novo corredor logístico dentro de três anos e meio

Moçambique terá um novo corredor logístico dentro de três anos e meio

Um novo corredor logístico está prestes a nascer em Moçambique, mais precisamente no centro do país: os trabalhos de construção (avaliados em 3 milhões de euros) estão prestes a arrancar, tendo como grande objectivo o fomento da produção nacional e a criação de um porto preferencial para o Malawi e Zâmbia.