FERROVIA: QUE FUTURO?

FERROVIA: QUE FUTURO?

Creio existir actualmente um largo consenso em relação à rede ferroviária nacional: está desajustada às necessidades do País, sendo incapaz de fazer face às exigências da procura existente e potencial.

Resumindo, é um travão ao desenvolvimento da economia portuguesa.
O porquê é conhecido e reconhecido por todos: há décadas que o País não investe na rede. Ressalvando alguns troços, a rede de hoje é quase a mesma e quase nas mesmas condições de há 60 anos. 

Assinado no passado dia 11 de setembro o Pacto Setorial para a Ferrovia integrado nos Cluster de Competitividade e Internacionalização

Assinado no passado dia 11 de setembro o Pacto Setorial para a Ferrovia integrado nos Cluster de Competitividade e Internacionalização

A celebração deste Pacto Setorial reveste-se de grande relevância, pois significa, por um lado, o reconhecimento do papel do Cluster da Ferrovia e das entidades pertencentes à sua cadeia de valor na discussão do futuro da Ferrovia, nomeadamente Empresas, Associações e Universidades do Sistema Nacional de Investigação e Inovação e, por outro, o valor das suas ideias e contribuições aqui expressas e formalizadas.


Ministro das Infra-estruturas revela ambição de «ligar Lisboa e Porto à maior velocidade possível»

Ministro das Infra-estruturas revela ambição de «ligar Lisboa e Porto à maior velocidade possível»

O Ministro das Infra-estruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, concedeu, no passado dia 9 de Setembro, uma entrevista ao programa ‘Tudo é Economia’, da RTP3, e abordou um dos temas quentes da cena política portuguesa: o TGV, que voltou à ordem do dia pela boca de Rui Rio. O reparo do candidato do PSD até mereceu resposta por parte do Primeiro-Ministro, António Costa. Pedro Nuno Santos também não fugiu ao tema.

Foi consignada a empreitada de construção do troço ferroviário Freixo - Alandroal na Linha de Évora

Foi consignada a empreitada de construção do troço ferroviário Freixo - Alandroal na Linha de Évora

A nova Linha de Évora é composta por três troços: Évora Norte/Freixo, Freixo/Alandroal e Alandroal/Linha do Leste. A Linha terá uma extensão total de cerca de 100 quilómetros, 80 dos quais de construção nova em via única Eletrificada (25 kV-50 Hz) sobre plataforma para via dupla, balastrada com carril UIC60 e travessa de betão polivalente (preparada para receber a bitola europeia).

Obras do novo terminal da Plataforma Logística do Sudoeste Europeu aprovadas pelo Governo Espanhol

Obras do novo terminal da Plataforma Logística do Sudoeste Europeu aprovadas pelo Governo Espanhol

Para o Ministério do Desenvolvimento de Espanha, a ligação ferroviária à chamada Rede Ferroviária de Interesse Geral e à rede portuguesa permitirá «o transporte de mercadorias pelo corredor do sudoeste europeu, promovendo a libertação deste mercado e a integração de novos operadores ferroviários na Extremadura que aumentam as opções no nível logístico».