Porque precisamos de um Plano Ferroviário Nacional

Porque precisamos de um Plano Ferroviário Nacional

«No passado dia 19 de Abril, numa sessão pública no LNEC, iniciámos o processo que permitirá dotar o país de um Plano Ferroviário Nacional. Neste arranque de trabalhos, importa explorar um pouco as motivações para esta iniciativa. Afinal, para que precisa o país de um Plano Ferroviário Nacional?
Irei explorar apenas duas importantes razões.
(...)
»

Parecer do CESE sobre Espaço Ferroviário Europeu Único aponta para necessidade dos Estados apoiarem o setor

Parecer do CESE sobre Espaço Ferroviário Europeu Único aponta para necessidade dos Estados apoiarem o setor

No âmbito da presidência rotativa do Conselho da União Europeia, Portugal pediu ao Comité Económico e Social Europeu (CESE) que elaborasse um parecer sobre o Espaço Ferroviário Europeu Único, uma vez que a ferrovia é um dos temas prioritários para a presidência em exercício.

A nova Rede Ferroviária

A nova Rede Ferroviária

O conhecimento de qual a Rede Ferroviária que se pretende construir é, em meu entender e de há muito a esta parte, essencial, como ponto de partida para qualquer discussão séria sobre esta matéria.
Esta Rede Ferroviária Nacional deverá ser definida de acordo com a procura da sua máxima eficiência, considerando as Sinergias Operativas do modo ferroviário, (...)

Leixões quer ser «farol da mudança» através da «aposta na ferrovia», disse Nuno Araújo

Leixões quer ser «farol da mudança» através da «aposta na ferrovia», disse Nuno Araújo

A APDL e em especial o Porto de Leixões, estão focados na persecução de uma política de sustentabilidade no que toca às suas operações: segundo garantiu Nuno Araújo, presidente do Conselho de Administração da APDL, a aposta nas potencialidades ecológicas e de eficiência da ferrovia está no topo dos planos do porto nortenho para os próximos anos. Nesta matéria, o porto pretende mesmo ser um «farol da mudança», assegurou.

Ferrovia com investimento «sem precedentes» almeja maior conectividade e «integração ibérica»

Ferrovia com investimento «sem precedentes» almeja maior conectividade e «integração ibérica»

Durante o seu discurso, que marcou o primeiro dia do 14º Congresso da ADFERSIT, Jorge Delgado, Secretário de Estado das Infra-estruturas, salientou que, em conjunto, o Plano de Resiliência e o Plano Nacional de Investimentos (PNI 2030) farão «face aos desafios e necessidades da próxima década». Serão alocados 42 mil milhões de euros ao sector dos Transportes e da Mobilidade, com a ferrovia a absorver um investimento «sem precedentes», vincou Jorge Delgado. A coesão territorial, a interoperabilidade e a «integração ibérica» são prioridades.

Nota da Direção PNI 2030

Nota da Direção PNI 2030

É com enorme satisfação que hoje procedemos a mais uma atualização semanal do site da ADFERSIT.

Iniciado há precisamente há 1 ano, a sua redinamização tem permitido, ao longo deste ainda curto período de tempo, divulgar as posições da ADFERSIT sobre assuntos da atualidade que afetam o setor da Mobilidade e Transportes, publicar Artigos de Opinião por conhecidos técnicos e personalidades ligadas ao setor.

Hoje, a publicação do Parecer do Conselho Superior de Obras Públicas (CSOP) sobre o Plano Nacional de Investimentos – PNI 2030, que evidencia com especial relevo as importantes áreas da Mobilidade Sustentável e Transportes Públicos, da Ferrovia, da Rodovia e das áreas Marítimo-Portuária e Aeroportuária, permite-nos dar a conhecer aos nossos Associados e aos leitores do site da ADFERSIT, o texto completo do Relatório Técnico de Avaliação do Programa de Investimentos PNI 2030 - FERROVIA, cujo Sumário Executivo já havia sido aqui divulgado em Janeiro do corrente ano.

CP pode ser «fortíssimo motor para criação de nova competência industrial» em Portugal - afirmou o Primeiro Ministro

CP pode ser «fortíssimo motor para criação de nova competência industrial» em Portugal - afirmou o Primeiro Ministro

O Primeiro-Ministro António Costa afirmou que a CP pode ser um «fortíssimo motor para a criação de uma nova área de competência industrial» em Portugal, na área da manutenção e na área de produção de material circulante, realçando, ainda, que Portugal «precisa claramente de reforçar a sua base económica, elevar o seu nível de produtividade e aumentar o valor dos bens e serviços que presta».

FERROVIA: QUE FUTURO?

FERROVIA: QUE FUTURO?

Creio existir actualmente um largo consenso em relação à rede ferroviária nacional: está desajustada às necessidades do País, sendo incapaz de fazer face às exigências da procura existente e potencial.

Resumindo, é um travão ao desenvolvimento da economia portuguesa.
O porquê é conhecido e reconhecido por todos: há décadas que o País não investe na rede. Ressalvando alguns troços, a rede de hoje é quase a mesma e quase nas mesmas condições de há 60 anos. 

Assinado no passado dia 11 de setembro o Pacto Setorial para a Ferrovia integrado nos Cluster de Competitividade e Internacionalização

Assinado no passado dia 11 de setembro o Pacto Setorial para a Ferrovia integrado nos Cluster de Competitividade e Internacionalização

A celebração deste Pacto Setorial reveste-se de grande relevância, pois significa, por um lado, o reconhecimento do papel do Cluster da Ferrovia e das entidades pertencentes à sua cadeia de valor na discussão do futuro da Ferrovia, nomeadamente Empresas, Associações e Universidades do Sistema Nacional de Investigação e Inovação e, por outro, o valor das suas ideias e contribuições aqui expressas e formalizadas.


Pedro Nuno Santos admite voltar a separar ferrovia da rodovia

Pedro Nuno Santos admite voltar a separar ferrovia da rodovia

Comissão de Trabalhadores diz que o governante tenciona, num eventual segundo mandato, separar as duas empresas - a Refer e a Estradas de Portugal - que deram origem à Infraestruturas de Portugal.

O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, quer autonomizar a ferrovia da rodovia, acabando assim com a empresa Infraestruturas de Portugal (IP) que surgiu da fusão da Refer com a Estradas de Portugal.

Investimento na ferrovia ajudará Portugal a alcançar a neutralidade carbónica em 2050

Investimento na ferrovia ajudará Portugal a alcançar a neutralidade carbónica em 2050

Na passada Segunda-feira (dia 15 de Julho), enquanto discursava durante a cerimónia de inauguração de um novo troço de 14 quilómetros, da Linha do Douro, entre as estações de Caíde de Rei e Marco de Canaveses, o Primeiro-Ministro frisou que o investimento na ferrovia que o país está a fazer, que considerou o maior no último século, vai ajudar Portugal a alcançar a neutralidade carbónica em 2050.

Boston Consulting alerta: países devem «tomar medidas para reverter declínios» na ferrovia

Boston Consulting alerta: países devem «tomar medidas para reverter declínios» na ferrovia

No seu ranking europeu, a Boston Consulting colocou Portugal no fundo da tabela em termos ferroviários, apenas à frente de dois países: Roménia e Bulgária. Com uma pontuação de 1,5, a ferrovia lusa ficou muito aquém da média europeia, que se fixou nos 4,8.

Instando os países do fundo da tabela a investir em suas infra-estruturas ferroviárias, o relatório da consultora americana vem reforçar os conselhos deixados pela Comissão Europeia (no seu recente relatório semestral) à ferrovia portuguesa.

BE discute plano Ferrovia em 2040

BE discute plano Ferrovia em 2040

A sociedade civil próxima ao modo ferroviário marcou presença, esta segunda-feira na Assembleia da Republica, para ouvir as explicações do Bloco de Esquerda e comentar o Ante Projecto de Plano Ferroviário Nacional 2020-2040, com que tenciona posicionar a ferrovia portuguesa em 2040.