GRANDES INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURAS  - Para quando o fim do “Stop and Go”?

GRANDES INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURAS - Para quando o fim do “Stop and Go”?

Temos sido confrontados, desde há décadas, com a dificuldade de levar a cabo processos de decisão relativos a grandes investimentos em infraestruturas, em todos os domínios – transportes, ambiente, saúde, educação etc.
Processos de decisão como os relativos a Alqueva, CRIL, Aeroporto de Lisboa, Casal Ventoso, Rede Ferroviária, Novo Hospital de Lisboa ou Porto de Lisboa constituem exemplos paradigmáticos nesta matéria, a que se poderiam juntar muitos outros.


FERROVIA: QUE FUTURO?

FERROVIA: QUE FUTURO?

Creio existir actualmente um largo consenso em relação à rede ferroviária nacional: está desajustada às necessidades do País, sendo incapaz de fazer face às exigências da procura existente e potencial.

Resumindo, é um travão ao desenvolvimento da economia portuguesa.
O porquê é conhecido e reconhecido por todos: há décadas que o País não investe na rede. Ressalvando alguns troços, a rede de hoje é quase a mesma e quase nas mesmas condições de há 60 anos. 

Assinado no passado dia 11 de setembro o Pacto Setorial para a Ferrovia integrado nos Cluster de Competitividade e Internacionalização

Assinado no passado dia 11 de setembro o Pacto Setorial para a Ferrovia integrado nos Cluster de Competitividade e Internacionalização

A celebração deste Pacto Setorial reveste-se de grande relevância, pois significa, por um lado, o reconhecimento do papel do Cluster da Ferrovia e das entidades pertencentes à sua cadeia de valor na discussão do futuro da Ferrovia, nomeadamente Empresas, Associações e Universidades do Sistema Nacional de Investigação e Inovação e, por outro, o valor das suas ideias e contribuições aqui expressas e formalizadas.


FERROVIA: O REGRESSO AO FUTURO

FERROVIA: O REGRESSO AO FUTURO

Recuemos ao inicio do século XX. Os comboios constituíam, neste período, um meio de transporte revolucionário. As linhas de caminhos-de-ferro que rasgavam os países garantiam a ligação de forma rápida e confortável entre regiões distantes dentro de um mesmo território, espalhando o desenvolvimento económico e, em simultâneo, permitindo a construção simbólica de uma comunidade nacional. Vivia-se um período dourado do caminhos-de-ferro nos países mais desenvolvidos da Europa e da América.

Nova travessia do Tejo volta a ser prioridade para o Executivo

Nova travessia do Tejo volta a ser prioridade para o Executivo

A nova travessia do Tejo voltou a ser tema de debate – depois do projecto ter sido engavetado durante a vigência do Executivo liderado por José Sócrates, a possibilidade de uma terceira via sobre o Tejo volta agora às conjecturas políticas, com o PS a dar prioridade ao dossier, que também é equacionado por BE e PCP. A nova travessia integra o rol de projectos do grupo de trabalho para o Programa Nacional de Investimentos 2030.